Felizmente, hoje há uma sensibilidade acrescida relativamente à natureza, embora estejamos ainda longe da meta a atingir. Os Estados têm formulado leis e recomendações adequadas. Todavia ainda há muitos que as não praticam. A continuarmos como estamos, avisam os cientistas, caminhamos para um suicídio planetário. A responsabilidade dos Estados não basta. É imprescindível a de cada cidadão.

Alem disso, importa tomar consciência de que cada um de nós não é exterior à natureza, mas faz parte dela.