Para meu espanto meu, há dias, soube que a União, recomendou aos Estados membros que os termos, marido, mulher ou esposo, esposa ou ainda, cônjuges fossem substituídos por parceiros.

Até dá para rir. Certamente que muitos deputados dessa alta instância encaram o casamento como mera parceria. Pelo que conheço da sensibilidade feminina, julgo que qualquer mulher quer acima de tudo sentir-se amada. Por isso o que espera do seu marido ou mesmo “parceiro” é palavras e gestos de amor e carinho. Com certeza, isso deve-se a pressão ideológica dos gays e das lésbicas. Mas, por favor, não metam tudo no mesmo saco nem reduzam o amor humano a um ato meramente genital.

Afinal os senhores eurodeputados condenam aquilo a que chamam moralismo mas ao mesmo tempo resvalam para outro moralismo