Este aumento refere-se a Portugal e a 2017. Trata-se dum dado muito preocupante. Temos de nos interrogar sobre qual é a razão mais frequente. Apontamos facilmente o dedo aos jovens mas é frequente encontrar pessoas adultas igualmente dependentes.

Há quem seja a favor “das salas de chuto” e de medicamentos que ajudem os dependentes a regressar, tanto quanto possível, a uma vida normal. Há uma outra realidade que os técnicos, palavra de que não gosto, não vêm ou não querem ver. Certamente, por detrás deste mal, está o demónio do dinheiro.

A raiz, está inserida na educação que se ministra nas escolas e nas famílias. A droga é uma fuga para um sonho alucinante. A vida do dia a dia de qualquer pessoa exige fortaleza interior e capacidade a enfrentar. Hoje, os governos enganam os cidadãos com outra espécie drogas: sexo quanto queiras, pornografia, dinheiro aos milhões, se possível. Isto é uma felicidade que não felicidade. Caso relembrar a frase de John F. Kennedy a respeito da juventude da América: a juventude (e não só, digo eu) tem tudo, mas falta-lhe o essencial